Nove dias entre Roma, Florença e Veneza: 4 GB ou ilimitado?
Três cidades em nove dias é o roteiro italiano mais comum, e ele consome menos dados do que parece: mapa a pé, horário de trem, reserva de museu. O que aumenta o consumo é o deslocamento de carro e o vídeo à noite. Para o roteiro de trem, 5 GB cobrem nove dias com folga.
A exceção é quem viaja em grupo e divide internet por ponto de acesso. Nesse caso o consumo deixa de ser individual e passa a ser da família inteira, e o plano ilimitado deixa de ser luxo para virar economia de decisão.
Centro histórico de pedra derruba o sinal dentro do quarto
Em Roma, Florença e Veneza muita hospedagem funciona em prédio antigo, com parede de pedra de meio metro. O sinal chega na rua e desaparece no quarto. A explicação não está no eSIM, nem na TIM, na Vodafone Italia ou na Wind Tre: está na construção.
Duas saídas que funcionam: usar o Wi-Fi do hotel para o que é pesado e manter o celular perto da janela quando precisar de sinal próprio. Quem depende de chamada de trabalho deve testar o quarto no primeiro dia e pedir troca de acomodação se o sinal for indispensável.
Alugar carro na Toscana: o GPS não conhece a zona proibida
Dirigir na Itália tem uma armadilha que nenhum plano de dados resolve: as zonas de tráfego limitado no centro das cidades históricas. O aplicativo de mapa pode calcular a rota por dentro dela, e a multa chega meses depois, cobrada por câmera.
O que ajuda é planejar o estacionamento fora do centro antes de sair, com o endereço salvo offline. Dado móvel serve para o trajeto, não para descobrir a regra local no meio da rua.
TIM, Vodafone e Wind Tre: a escolha muda no sul
No norte e no centro as três operadoras respondem igual. No sul — Nápoles, Sicília, trechos da costa — a TIM costuma manter cobertura onde a Wind Tre falha, e a diferença é grande o bastante para definir a compra se o roteiro desce até Palermo.
Quem fica no eixo Roma-Florença-Veneza pode escolher por preço. Quem desce, escolhe por rede.