Banguecoque, Chiang Mai e ilhas: um plano para três tipos de viagem
A Tailândia junta três perfis de consumo em um só roteiro. Banguecoque gasta muito em transporte e mapa; Chiang Mai gasta pouco, com ritmo de cidade pequena; as ilhas gastam em foto, vídeo e atualização de previsão do tempo. Quem emenda os três num roteiro de quinze dias precisa de 10 a 12 GB.
O erro comum é dimensionar pela média e chegar às ilhas sem dados. Ilha é exatamente onde não existe Wi-Fi confiável e onde o mapa offline não resolve procurar praia, restaurante e horário de barco.
AIS cobre as ilhas melhor que TrueMove e dtac
Nas cidades as três redes funcionam bem. Nas ilhas — Samui, Phi Phi, Lipe — a AIS costuma manter cobertura onde TrueMove e dtac oscilam, e quem passa mais tempo fora do continente sente isso na prática.
Em roteiro urbano, o preço decide sozinho. Para quem embarca em ferry com frequência, o que conta é a antena que continua aparecendo na tela.
Songkran em abril: sinal cheio e velocidade nenhuma
O ano novo tailandês leva multidão às ruas por três dias, e a rede congestiona. Sinal máximo na tela, mensagem que demora, vídeo que não abre. O plano está funcionando; a antena do bairro é que não dá conta de tanta gente ao mesmo tempo.
Duas providências funcionam: combinar ponto de encontro físico antes de sair e levar o celular em saco estanque, porque a brincadeira é justamente jogar água. Água e celular não combinam, e nenhum plano de dados conserta aparelho molhado.
Trabalhar da Tailândia: o ilimitado que desacelera
Muita gente viaja para trabalhar remotamente, e aí o critério muda. Planos ilimitados costumam aplicar redução de velocidade depois de certo consumo diário, e essa redução é suficiente para e-mail e insuficiente para chamada de vídeo.
Se o trabalho depende de reunião por vídeo, verifique antes da compra se o plano permite hotspot e qual o limite antes da redução. Se depende apenas de mensagem e documento, o plano com GB contados é mais barato e mais previsível.