Bali e Jacarta na mesma viagem: dois consumos, um plano
Jacarta é consumo de cidade grande: aplicativo de transporte, mapa, reunião. Bali é consumo de deslocamento curto e muita foto. Quem faz as duas no mesmo roteiro de quinze dias gasta entre 8 e 12 GB, com o pico nos dias de trabalho, não nos dias de praia.
O detalhe de Bali é que a cobertura muda conforme a região da ilha. O sul, onde ficam as praias mais movimentadas, tem sinal estável; o norte e o leste têm trechos sem cobertura, principalmente em estrada entre vilarejos.
Telkomsel cobre as ilhas; Indosat e XL ficam nas cidades maiores
A Indonésia é um arquipélago com mais de dezessete mil ilhas, e nenhuma operadora cobre tudo. A Telkomsel tem a maior área, incluindo ilhas menores; a Indosat Ooredoo e a XL Axiata se concentram em Jacarta, Surabaya, Bandung e Medan.
Para quem fica em Bali e Jacarta, as três funcionam. Para quem atravessa para Lombok, Flores ou ilhas menores, a área de cobertura define a compra.
O registro de IMEI e por que ele não afeta o eSIM
A Indonésia exige que aparelhos usados com chip local tenham o IMEI registrado no país. Um celular trazido do Brasil sem esse registro pode ficar sem serviço ao usar um chip indonésio, e o cadastro é feito na chegada, com passaporte.
O eSIM de viagem não passa por esse processo, porque o perfil é emitido fora do país e o tráfego entra por acordo internacional. É a razão prática pela qual muitos viajantes abandonaram o chip comprado no aeroporto.
Yogyakarta e os templos: o dia sem sinal que vale planejar
Os templos na região de Yogyakarta ficam fora do centro e, em alguns deles, o sinal é fraco ou inexistente. O ingresso e o horário do guia devem estar salvos no aparelho antes de sair do hotel.
Não é um dia perdido por causa disso — é um dia em que o celular deixa de ser ferramenta e volta a ser câmera. Quem viaja com crianças ou em grupo maior deve combinar o ponto de reencontro antes de entrar, porque a área é grande e a ligação não vai completar.